
Te olho nos olhos
E preciso olhar demoradamente...Preciso encontrar o que está por dentro de sua almaPreciso tocar nisso tudo...nesse nadinha que é um tanto quase cheioMeus dedos estão sempre nervososEstou olhando...Examinando dentro de seu corpoSeus segredos mais íntimosSeus pecados molhados...vivos...Sentindo suas mãos loucas explorando novos mundos em meu corpoArrancando-me arrepios,Descobrindo sensações...E um tremor mais que doce... quenteMe entrego à essas mãos de epiderme borbulhando o desejoExalando o que há de mais terno.Me perco e te encontro entre toques... SuspirosTodos leves...Todos seusE nunca acaba...nunca pára...Não descansa... nunca cansa...A noite não acaba antes do fim da madrugadaNossas mãos entrelaçadas assim como nossas almasSua virgindade profanaSe confundindo com os cheiros e as palavrasPalavras meio soltas... proibidasE eu sinto levementeSeu corpo, seus músculos, sua pele,Seu suor, os gemidos, seu sexo,Tudo girando em meus pensamentosAumentando o ritmoE eu, simplesmente, te acompanhoAté o exato momento em que você pára querendo não pararFecha os olhos e morde loucamente as próprias palavrasTe seguro com as mãos firmesQuero te mostrar que me pertenceVocê me sussurra suavemente em seus delíriosConjuga as sensações em todos os temposE eu gosto é dissoE eu quero isso pra sempre...Esse riso tímido e provacanteEssa inocência ensaiadaO emaranhado de frases sujas e úmidasQue cortam o ar, ofegantesTe sinto por uma frestaE vejo como é lindo o palpitar de todo o seu corpoDerretendo-se...Derramando em meus lábios vestígios de seu prazer.
E preciso olhar demoradamente...Preciso encontrar o que está por dentro de sua almaPreciso tocar nisso tudo...nesse nadinha que é um tanto quase cheioMeus dedos estão sempre nervososEstou olhando...Examinando dentro de seu corpoSeus segredos mais íntimosSeus pecados molhados...vivos...Sentindo suas mãos loucas explorando novos mundos em meu corpoArrancando-me arrepios,Descobrindo sensações...E um tremor mais que doce... quenteMe entrego à essas mãos de epiderme borbulhando o desejoExalando o que há de mais terno.Me perco e te encontro entre toques... SuspirosTodos leves...Todos seusE nunca acaba...nunca pára...Não descansa... nunca cansa...A noite não acaba antes do fim da madrugadaNossas mãos entrelaçadas assim como nossas almasSua virgindade profanaSe confundindo com os cheiros e as palavrasPalavras meio soltas... proibidasE eu sinto levementeSeu corpo, seus músculos, sua pele,Seu suor, os gemidos, seu sexo,Tudo girando em meus pensamentosAumentando o ritmoE eu, simplesmente, te acompanhoAté o exato momento em que você pára querendo não pararFecha os olhos e morde loucamente as próprias palavrasTe seguro com as mãos firmesQuero te mostrar que me pertenceVocê me sussurra suavemente em seus delíriosConjuga as sensações em todos os temposE eu gosto é dissoE eu quero isso pra sempre...Esse riso tímido e provacanteEssa inocência ensaiadaO emaranhado de frases sujas e úmidasQue cortam o ar, ofegantesTe sinto por uma frestaE vejo como é lindo o palpitar de todo o seu corpoDerretendo-se...Derramando em meus lábios vestígios de seu prazer.
(A.D.)

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